Data: 10/04/2017
Mês: Abril
Ano: 2017

No período de dezembro de 2016 a fevereiro de 2017, as exportações de bens registaram um aumento de 13,3% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 14,7% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 537,5 milhões de euros no período analisado.

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Em termos de variações homólogas mensais, no mês de fevereiro de 2017, as exportações de bens aumentaram 9,0% em relação a fevereiro de 2016, sobretudo em resultado das exportações para os países Extra-UE que cresceram 29,9% (+32,9% em janeiro de 2017). As importações aumentaram 8,9% face ao período homólogo, devido à evolução registada em ambos os tipos de comércio: +4,9% no Comércio Intra-UE (+16,9% em janeiro de 2017) e +24,7% no Comércio Extra-UE (+41,3% em janeiro de 2017).

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em fevereiro de 2017, as exportações aumentaram 5,5% e as importações cresceram 4,0% face a fevereiro de 2016 (respetivamente 16,6% e 15,1% em janeiro de 2017).

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No período de dezembro de 2016 a fevereiro de 2017, a taxa de cobertura total foi de 80,5%, correspondendo a um acréscimo de 1,0 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 79,1%, no Comércio Extracomunitário foi de 85,0% e na Zona Euro foi de 73,3%.

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Em fevereiro de 2017, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -746,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -290,2 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -481,2 milhões de euros.

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O INE divulga hoje também, uma análise ao ano de 2016, beneficiando da disponibilidade de informação adicional sobre os principais parceiros comerciais de Portugal. Assim, em 2016, as exportações de bens aumentaram 1,0% e as importações de bens cresceram 1,3% face ao ano anterior. O mercado espanhol foi o que mais contribuiu para o aumento global das exportações, enquanto nas importações foi a Rússia, devido à aquisição de combustíveis.

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