No 1º trimestre de 2026, as transações de IDE totalizaram 2,1 mil milhões de euros (-1,6 mil milhões no período homólogo). O investimento realizado no capital de entidades portuguesas ascendeu a 2,2 mil milhões de euros, dos quais 0,8 mil milhões de euros corresponderam a investimento imobiliário.
Numa perspetiva de contraparte imediata, os países europeus foram os principais investidores em Portugal neste período (1,6 mil milhões de euros). Destacaram-se a Espanha (0,7 mil milhões de euros), a Itália (0,3 mil milhões de euros) e o Luxemburgo (0,2 mil milhões de euros).

(Gráfico: Banco de Portugal)
No 1º trimestre de 2026, as transações de IPE totalizaram 0,1 mil milhões de euros (1,1 mil milhões de euros no período homólogo). Este valor é explicado sobretudo pelo investimento realizado no capital de entidades não residentes, que ascendeu a 0,1 mil milhões de euros.
Numa perspetiva de contraparte imediata, destacou-se o investimento realizado em países europeus (0,1 mil milhões de euros), em particular, em Espanha (0,2 mil milhões de euros).

(Gráfico: Banco de Portugal)
No final do 1º trimestre de 2026, o stock de investimento direto estrangeiro em Portugal (IDE) era de 218,0 mil milhões de euros, enquanto o investimento direto de Portugal no exterior (IPE) totalizava 79,2 mil milhões de euros. Estes montantes representavam, respetivamente, 70% e 25% do PIB português.

(Gráfico: Banco de Portugal)
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