Em março de 2026, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -157 259 milhões de euros (-50,5% do PIB), o que compara com -153 972 milhões em dezembro de 2025 (-50,2% do PIB).

O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 688 180 milhões de euros (224,3% do PIB), em dezembro de 2025, para 714 459 milhões de euros (229,6% do PIB) em março de 2026.
O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 464 614 milhões de euros (149,3% do PIB) em março de 2026, o que compara com 446 567 milhões em dezembro de 2025 (145,6% do PIB).
A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 153.972 milhões de euros (50,2% do PIB), em dezembro de 2025, para 157 259 milhões de euros (50,5% do PIB) em março de 2026.
A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 63 515 milhões de euros (20,4% do PIB) em março de 2026, o que compara com 66 952 milhões em dezembro de 2025 (21,8% do PIB).

Em março de 2026, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 94,3% do PIB (293 530 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de um aumento de 0,9 p.p. face a dezembro de 2025 (93,4%).

Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 97,2% em março de 2026, o que compara com 96,2% em dezembro de 2025. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB, ascende em março de 2026 aos 84,2%, o que compara com 83,7% em dezembro de 2025.

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