Data: 22/09/2017
Mês: Setembro
Ano: 2017
No 2º trimestre de 2017, a capacidade líquida de financiamento da economia portuguesa fixou-se em 1,0% (ano acabado no trimestre para todos os dados) do Produto Interno Bruto (PIB) o que compara com 1,0% no ano acabado no trimestre anterior.
 
Para esta evolução, contribuiu a estabilização da capacidade de financiamento das Famílias (em 1,4% do PIB). O setor das Administrações Públicas registou uma diminuição da necessidade líquida de financiamento de 0,2 p.p. no ano acabado no 2º trimestre de 2017, relativamente ao ano terminado no trimestre anterior, atingindo 1,4% do PIB. O setor das Sociedades não Financeiras registou um agravamento da necessidade de financiamento no ano terminado no 2º trimestre de 2017 de 0,5 p.p. do PIB para 1,3%. As Sociedades Financeiras registaram um aumento da capacidade líquida de financiamento de 0,4 p.p., passando de 1,9% do PIB no 1º trimestre de 2017 para 2,3% do PIB no 2º trimestre de 2017.
 
 

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O Rendimento Nacional Bruto fixou-se em 184.437 milhões de euros, registando uma taxa de variação em cadeia de 1,1%. Esta variação deveu-se ao aumento de 5,7% dos rendimentos primários recebidos com o exterior, enquanto que os rendimentos primários pagos apresentaram uma taxa de variação em cadeia de 1,6%. O Rendimento Disponível Bruto apresentou igualmente uma taxa de variação em cadeia de 1,0%, fixando-se em 187.198 milhões de euros.

 

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No 2º trimestre de 2017, o Investimento Bruto da economia portuguesa apresentou uma subida de 0,2 p.p. para 15,9% do PIB e a Poupança Bruta registou um aumento de 0,3 p.p. para 16,0% do PIB, o que levou à estabilização da Capacidade Líquida de Financiamento de Portugal junto do exterior em 1,0% do PIB.

 

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