Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2021

Entre outras organizações, Moçambique é um dos quinze países-membros da “Southern Africa Development Community – Comunidade de Desenvolvimento da África Austral” (SADC).
Organização criada em 1992, tem entre os seus principais objetivos aprofundar a cooperação económica entre os seus membros e estimular o comércio de produtos e serviços entre os seus actuais quinze países-membros: África do Sul, Angola, Botswana, Eswatini (Suazilândia), Le-sotho, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, Rep.D.Congo, Seychelles, Tan-zânia, Zâmbia e Zimbabwe.
Moçambique foi também, em 1996, um dos fundadores da “Comunidade dos Países de Língua Portuguesa” (CPLP), a par de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Portugal e São Tomé e Príncipe, atualmente com nove membros, após a integração de Timor-Leste e da Guiné Equatorial.
São objetivos desta organização, no âmbito da cooperação em todos os domínios, o desenvol-vimento de parcerias estratégicas e o levantamento de obstáculos ao desenvolvimento do comércio internacional de bens e serviços entre os seus membros.
Neste trabalho encontra-se reunido um conjunto de dados sobre o comércio externo de Mo-çambique em 2018 e 2019, com base em estatísticas constantes da publicação “Estatísticas do Comércio Externo de Bens”, do Instituto Nacional de Estatística de Moçambique.

 

Análise 02 21.pdf

Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2021

Neste trabalho pretende-se analisar onde incidiram os maiores acréscimos e decréscimos nas exportações portuguesas de mercadorias, por produtos e por mercados, ao longo dos onze primeiros meses de 2020, acumulados e não acumulados, face ao período homólogo de 2019. São para este fim utilizados dados de base divulgados no portal do Instituto Nacional de Estatística (INE), em versão definitiva para 2019 e preliminar para 2020, com última atualização em 8 de Janeiro de 2021.

 

Análise 01 21.pdf

Autor(es): José Nuno Santos
Ano: 2020

As projeções para 2020 e 2021 do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da economia portuguesa, emanadas pelas diferentes instituições oficiais ao longo do ano de 2020, denotam diferenças significativas tendo em conta as variáveis, os pressupostos, os modelos e as datas das respetivas publicações, e que coincidem – em certa medida – com a evolução e o impacto da pandemia de COVID-19 na economia portuguesa ao longo do ano que ora finda.
Para 2020, numa perspetiva cronológica (Gráfico 1), e até fevereiro de 2020 (data em que ainda não se conheciam os efeitos que a pandemia de COVID-19 teria na economia mundial), a primeira estimativa publicada, pertencente à Comissão Europeia (CE), refere uma taxa de crescimento do produto para Portugal na ordem dos 1,7%.

 

Análise 33 20.pdf

 

 

Autor(es): José Salvado Garcia
Ano: 2020

This paper studies the dynamics of Portuguese investment throughout the past years. This important economic variable has been decaying since the beginning of the century. The mag-nitude of this development was amplified by the Global Financial Crisis and subsequent Euro-pean Debt Crisis. This paper starts by summarizing relevant stylized facts, a to describe per-tinent developments on investment dynamics. Besides studying aggregate dynamics, we de-compose investment into different sectors and assets, in order to understand their role in recent dropout. The results point that part of this investment slowdown is probably explained by output dynamics. Other important determinants as uncertainty, financial fragmentation, high leverage and market structure are proven to influence investment over the span of the analysis.

 

Análise 34 20.pdf

Autor(es): Eva Pereira e Guida Nogueira
Ano: 2020

Durante o período recente de recuperação económica, que se verificou depois da crise de 2008, Portugal continuou a apresentar níveis de crescimento da produtividade do trabalho compara-tivamente inferiores à generalidade dos países da União Europeia (UE). Como resultado, em 2017, a produtividade do trabalho em Portugal correspondia a 76,6% da média da UE e 71,9% da Área Euro (a 4.º mais baixa deste grupo)3. Neste contexto, o desempenho da produtividade, nomeadamente do trabalho, constitui um importante desafio de política económica, determi-nante para o crescimento de longo-prazo e para a competitividade da economia portuguesa.
Neste Em Análise, complementa-se o conhecimento atual sobre as dinâmicas e o posiciona-mento da produtividade do trabalho em Portugal face aos parceiros europeus, recorrendo a uma abordagem microeconómica ao nível da empresa. A produtividade aparente do trabalho das empresas portuguesas, nos diversos pontos da distribuição, é posicionada no contexto europeu, através de uma base de dados ao nível da empresa harmonizada e comparável para 19 países Europeus. Esta análise encontra-se estruturada em três partes: a primeira parte desenvolve a importância metodológica, de complementar dados agregados de produtividade com dados de natureza micro e apresenta a base de dados utilizada neste trabalho; a segunda parte, procede à caracterização geral do posicionamento e da evolução da produtividade das empresas portuguesas face aos países parceiros europeus e, na terceira parte, são analisadas medidas de heterogeneidade da produtividade do trabalho das empresas.

Para mais detalhe: https://conselhoprodutividade.com/serie-working-papers-working-papers-series/

 

Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2020

Para a análise do comércio externo dos países africanos face ao mundo foram aqui utilizados dados constantes da base de dados do “International Trade Centre” (ITC), nalguns casos ob-tidos a partir de organismos nacionais, sendo a maior parte proveniente de cálculos baseados em estatísticas da base “Comtrade”, da ONU, ou “Mirror statistics”, nos casos em que os países não reportaram informação, a partir das trocas efectuadas com os seus parceiros comerciais.
Para o comércio de Portugal com África foram utilizados dados de base divulgados pelo Insti-tuto Nacional de Estatística de Portugal (INE).
Os 61 países africanos, se considerarmos o Saara Ocidental, foram agrupados em três conjun-tos, que designaremos por regiões: África do Norte, Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Outros África. Em quadro anexo encontram-se relacionados estes países pelas três regiões, as respectivas capitais, população e PIB “per capita” (PPC) em US$ (Anexo-1).

Análise 30 20.pdf

Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2020

Neste trabalho pretende-se analisar onde incidiram os maiores acréscimos e decréscimos nas exportações portuguesas de mercadorias, por produtos e por mercados, ao longo dos dez primeiros meses de 2020, acumulados e não acumulados, face ao período homólogo de 2019. São para este fim utilizados dados de base divulgados no portal do Instituto Nacional de Esta-tística (INE), em versão definitiva para 2019 e preliminar para 2020, com última actualização em 10 de Dezembro de 2020.

 

Análise 31 20.pdf

Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2020

No presente trabalho apresentam-se indicadores de evolução em valor, volume e preço das importações e das exportações portuguesas de mercadorias calculados para o período de ja-neiro a setembro de 2020, face ao período homólogo de 2019.
Para o cálculo dos índices de preço, as posições pautais a oito dígitos da Nomenclatura Com-binada (NC-8), relativas às importações e às exportações de mercadorias com movimento nos dois anos, foram agregadas em 11 grupos e 38 subgrupos de produtos (ver Anexo).
Os índices de preço, do tipo Paasche, utilizados como deflatores dos índices de valor para o cálculo dos correspondentes índices de volume, foram calculados a partir de dados de base elementares, constantes do Portal do Instituto Nacional de Estatística (INE), para o período de janeiro a setembro, em versão definitiva para 2019 e preliminar para 2020.

 

Análise 29 20.pdf

Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2020

Apresenta-se neste trabalho um conjunto de quadros e gráficos com a evolução das exportações anuais portuguesas de mercadorias em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB), por grupos de produtos, ao longo das duas últimas décadas. Estes grupos de produtos correspondem a agregações de Capítulos da Nomenclatura Combinada (NC-2), encontrando-se o seu conteúdo definido em quadro anexo. São aqui utilizados, para as exportações, dados de base definitivos divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) para o período de 2000 a 2019. Os valores do PIB anual, a preços correntes de mercado, são os constantes das Contas Nacionais (Base 2016 – SEC 2010), com valor provisório para o ano de 2019 e última atualização em 23-09-2020.

 

Análise 28 20.pdf

Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2020

Neste trabalho vamos analisar a evolução das importações e exportações do conjunto das máquinas e unidades de nformática, dispositivos semicondutores e circuitos integrados eletrónicos, produtos que constituem o subgrupo “Informática, memórias e circuitos integrados” do grupo “Máquinas, aparelhos e partes”, um dos onze grupos em que integramos habitualmente os produtos da Nomenclatura Combinada.

 

Análise 27 20.pdf