Autor(es): Ana Filipa Fernandes e Mónica Simões
Ano: 2020

A pandemia COVID-19 representa um choque sobre a saúde pública mundial com um impacto económico sem precedentes na história recente, refletindo efeitos adversos, tanto do lado da procura como do lado da oferta, generalizados a um conjunto muito alargado de países.
Este choque na economia terá efeitos negativos ao nível da produção, do emprego, da produ-tividade, do sistema financeiro e da confiança dos agentes económicos, que, contudo, deverão ser mitigados pelas medidas entretanto implementadas, quer a nível nacional, quer a nível internacional. A incerteza sobre a duração, magnitude e dispersão geográfica tornam particu-larmente difícil a quantificação destes impactos na economia.

 

Análise 16 20.pdf

Autor(es): Conceição Nunes
Ano: 2020

As projeções do EUROSTAT (EUROPOP2019)2 para a população portuguesa apontam para uma diminuição da população de 22,3%, passando de 10,3 milhões em 1 de janeiro de 2019 para quase 8 milhões em 2100. A população da União Europeia (UE27) deverá diminuir 6,9% no mesmo período, passando de 446,8 milhões em 2019 para 416,1 milhões em 2100.
Estas projeções para Portugal estimam uma diminuição menos acentuada da população que as do EUROPOP2015, enquanto para a UE27 se verifica o inverso.

 

Análise 15 20.pdf

Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2020

De acordo com cálculos do “International Trade Centre” (ITC) com base em estatísticas alfandegárias chinesas, constantes da sua base de dados, em 2019 as importações na China com origem no conjunto dos 28 países comunitários terão representado 13,4% do total. Os principais países que se seguiram foram a Coreia do Sul e Taiwan (8,4% cada), o Japão (8,3%), a própria China (6,3%) - estas principalmente relativas a reimportações de produtos de origem chinesa “exportados” para Hong-Kong e reimportados através da província de Guangdong, ao que tudo indica por conveniência geográfica e logística -, os EUA (6%) e a Austrália (5,8%).

 

Análise 14 20.pdf

Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2020

Cabo Verde foi, em 1996, um dos fundadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que tem entre os seus objetivos, no âmbito da cooperação em todos os domínios, o desenvolvimento de parcerias estratégicas e o levantamento de obstáculos ao desenvolvimento do comércio internacional de bens e serviços entre os seus atuais nove membros.

Em 2019 Cabo Verde ocupou a 5.ª posição nas importações de Portugal com origem no conjunto dos seus oito parceiros na CPLP (0,5%), precedido de Angola, Brasil, Guiné Equatorial e Moçambique, e seguido de Timor-Leste, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe. Nas exportações ocupou o 3.º lugar (10,8%), depois de Angola e do Brasil.

 

Análise 13 20.pdf

Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2020

No presente trabalho apresentam-se indicadores de evolução em valor, volume e preço das importações e das exportações portuguesas de mercadorias no período de janeiro a março de 2020, face ao período homólogo de 2019.
Para o cálculo dos índices de preço, as posições pautais a oito dígitos da Nomenclatura Combinada (NC-8), relativas às importações e às exportações de mercadorias com movimento nos dois anos, foram agregadas em 11 grupos e 38 subgrupos de produtos (ver Anexo).
Os índices de preço, do tipo Paasche, utilizados como deflatores dos índices de valor para o cálculo dos correspondentes índices de volume, foram calculados a partir de dados de base elementares recentemente divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) para o período de janeiro a março de 2020, em versão preliminar, e dados disponíveis para 2019 também ainda em versão preliminar, com última atualização em 8 de maio de 2020.

 

Análise 12 20.pdf

Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2020

Utilizam-se neste trabalho dados de base constantes do Portal do Banco de Portugal, disponíveis em 28 de março de 2020.
Em termos anuais, o peso dos Serviços no total das exportações de Bens e Serviços (crédito) aumentou sustentadamente entre 2014 e 2019, de 32,8% para 37,7% (...).

 

Análise 11 20.pdf

Autor(es): Nuno Tavares e Gabriel Osório de Barros
Ano: 2020

O atual cenário de pandemia provocado pelo novo COVID-19 criou um cenário de disrupção económica sem paralelo no último século. Ainda que num contexto marcado por uma enorme incerteza, hoje, é praticamente dado como certo o facto da economia mundial poder entrar em recessão já no segundo trimestre do ano, sendo de esperar uma quebra significativa no crescimento do produto em 20203. Em larga medida, estas previsões refletem o impacto no normal funcionamento das economias do conjunto de medidas extremas adotadas no sentido de conter o ritmo de propagação da doença, sendo que este efeito se encontra amplificado pelo elevado grau de interdependência económica existente a nível global.

 

Análise 08 20.pdf

Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2020

Entre outras organizações, Moçambique é um dos quinze países-membros da “Southern Africa Development Community – Comunidade de Desenvolvimento da África Austral” (SADC), organização criada em 1992 que tem entre os seus principais objetivos aprofundar a cooperação económica entre os seus membros, com base no equilíbrio, igualdade e benefícios mútuos, proporcionando um livre movimento dos fatores de produção através das fronteiras nacionais e estimular o comércio de produtos e serviços entre os países-membros: África do Sul, Angola, Botswana, Eswatini (Suazilândia), Lesotho, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, Rep. Democrática do Congo, Seychelles, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabwe.

 

Análise 10 20.pdf

Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2020

Pretende-se neste trabalho fazer um ponto de situação do comércio internacional de mercadorias de Portugal com o Reino Unido no limiar da saída deste país da União Europeia, visando identificar o tipo de produtos mais importantes cujas trocas possam vir a sofrer alguma perturbação. Analisa-se a evolução recente do comércio internacional de mercadorias do Reino Unido com o mundo e com Portugal, com maior pormenor entre os anos 2014 e 2019, com base em dados estatísticos britânicos constantes do portal do EUROSTAT, e as trocas comerciais de Portugal com este país a partir de dados divulgados pelo INE, também com maior detalhe entre os anos 2014 e 2019.

 

Análise 09 20.pdf

Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2020

No período de janeiro a novembro de 2019 a Suíça pesou 0,4% nas importações totais de mercadorias de Portugal e 1,5% nas importações originárias dos países terceiros, respetivamente 1,1% e 2,1% na vertente das exportações.


Nas páginas seguintes é feita uma breve análise da evolução recente do comércio externo de Suíça, com referência às respetivas quotas de Portugal, com base em cálculos efetuados pelo “International Trade Centre” (ITC) a partir de dados “COMTRADE”, da ONU. Segue-se uma abordagem da evolução das nossas importações e exportações de 2014 a 2018 e período de janeiro a novembro de 2018-2019, agora com base em dados estatísticos divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística de Portugal (INE), definitivos para os anos de 2014 a 2017, provisórios para 2018 e preliminares para o período em análise de 2019, com última atualização em 9 de janeiro de 2020.

 

Análise 07 20.pdf